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Astrologia Kármica é sua companheira para não repetir erros

Universa

22/04/2018 04h00

(iStock/Ilustração)

Você já ouviu falar de karma? Por definição, a palavra quer dizer ação. De um modo holístico, a palavra se refere às consequências geradas por nossas ações que refletem em outras de nossas vidas. Portanto, faz parte da crença do karma acreditar em outras vidas, reencarnação e missão. O termo é frequentemente utilizado entre seguidores das religiões hinduístas, teosóficas e também do budismo. Bastante difundida, hoje em dia a palavra é usada para designar qualquer tipo de problema que apareça na nossa frente.

Dentro da astrologia existe uma linha de interpretação chamada de Astrologia Kármica. “Na verdade, a astrologia é só uma. A interpretação dos signos, dos planetas e das casas tem várias abordagens. A moderna, a clássica, a medieval, a védica, a hindu e a kármica”, explica o astrólogo Nando Boston Guimarães. Ele contextualiza que a astrologia antiga é chamada de clássica ou esotérica, enquanto a moderna tem uma leitura mais evolutiva e psicológica, com abordagem de causa e efeito. “Que não deixa de ser o karma, só que em outras palavras.”

Se você decidir buscar um astrólogo para fazer seu mapa astral, é possível que encontre a leitura kármica sendo ofertada. Acontece que nem todo astrólogo segue essa linha, que foca principalmente em entender os problemas e missões de vidas passadas e seus reflexos no momento presente. “Se você não acredita em vidas passadas, essa leitura não tem importância nenhuma. Se acredita, ela ajuda a não cometer os mesmos erros e a evoluir a partir do que se sabe e do que é. Acreditando em vidas futuras, é possível ver, pela leitura, outras possibilidades para investir o tempo e desenvolver novas habilidades”, conta o astrólogo.

A maior diferença na leitura de um mapa de modo kármico é que tudo é interpretado como causa e efeito — mais determinista do que na leitura psicológica. Existem alguns planetas mais ligados às ações do karma, como Saturno e Lua, mas é unanimidade entre os astrólogos que seguem essa linha interpretar a casa 12, que antecede o ascendente, como a que retrata nossa vida passada. “Só é importante lembrar que quem cria os karmas somos nós mesmos, com as nossas ações. Por sua vez as ações são representadas pelo planeta Marte, por isso ele também merece atenção na leitura”, analisa Nando.

Quais são as dívidas que você tem que pagar e os maiores desafios nesta vida? É exatamente isso que a Astrologia Kármica vai te dizer. Já no que diz respeito à previsão de futuro, o astrólogo crava que toda astrologia é previsiva, “mesmo que o astrólogo moderno, de linha psicológica, decida não dar ênfase na previsão pelo livre arbítrio”. Através dos trânsitos e das direções simbólicas, um mapa astral pode mostrar as oportunidades que surgirão na vida da pessoa. Na abordagem do karma, o astrólogo lê como o cliente pode se preparar para criar karmas positivos para vidas futuras a partir de situações previstas na leitura.

Qual é o meu karma?

Os karmas mais comuns, segundo o astrólogo, são os de relacionamentos baseados em egoísmo, vaidade, narcisismo e orgulho. Isso não só dentro de um relacionamento amoroso, mas também familiar e principalmente corporativo. Diferenças de classe, de raça, intolerância e preconceitos também precisam e serão trabalhados dentro dos aspectos kármicos de um mapa astral. “Outros karmas que são fáceis de encontrar são os que dizem respeito a uma negligência com o próprio corpo, seja com a alimentação ou riscos desnecessários”, acrescenta o astrólogo Nando.

De acordo com a Lei do Karma, é como se nossa alma escolhesse, antes de vir a esta vida, as missões a serem cumpridas e caminhos que proporcionam maior evolução. É essa a influência que nossas ações no dia a dia têm, o problema é: quem lembra o que aceitou buscar nessa vida antes mesmo de nascer? Quando o caminho é desviado, outros karmas acabam sendo adquiridos e o trabalho para vidas futuras continua aumentando. Ter a consciência desses ciclos através da astrologia é importante principalmente para harmonizar as situações conflitantes com a sua própria natureza.

“Uma leitura kármica fala de vidas passadas, seja do ponto de vista metafórico — de um passado dessa mesma vida — seja do ponto de vista específico. Que tipo de família a pessoa cresceu ou veio, quais as oportunidades perdidas e as escolhas erradas, as falhas de caráter… Ainda há estudos que tentam esclarecer em quais países a pessoa pode ter vivido, o tipo de posição social, os traumas e por aí vai”, conta Nando. Tudo isso pode ser positivo ou negativo, mas o astrólogo acredita que, ao desenvolver a consciência e a sensibilidade, adquirindo o conhecimento sobre tudo isso, fica mais fácil de diminuir os erros.

“O mapa dessa vida é um projeto que acontece no nascimento”, lembra Nando. Portanto, ele aponta direções e não fatos predeterminados. Já o signo solar, o que lemos no horóscopo de acordo com a nossa data de nascimento, fala sobre como somos em nossa essência e como desenvolvemos a consciência nessa vida. “Cada signo do zodíaco tem sua lição de vida, mas não acredito que seja uma condição kármica. É um aspecto que está mais ligado ao presente e às oportunidades de escolha”, defende o astrólogo. Por isso se torna importante que, antes de qualquer especulação, todos os elementos do mapa astral ganhem luz e sejam lidos em sua totalidade, não apenas o sol.

Quais karmas você acha que tem que trabalhar?

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Curiosidades, listas e previsões: tudo sobre os signos do zodíaco.

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